Como aumentar o ânimo e ser produtivo

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Como aumentar o ânimo e ser produtivo
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O tédio acontece, vez ou outra, na vida de todo mundo. É uma leve sensação de insatisfação que pode surgir a qualquer momento, conforme o estado de espírito em que a pessoa se encontra. Mas pode se manifestar como um desinteresse total e constante, como o traço mais marcante da personalidade de um indivíduo, chegando a dificultar o seu relacionamento com o mundo que o cerca. Nestes casos, significa que há algum problema emocional de certa gravidade. Considerando isso, é cada vez mais importante encontrarmos formas de aumentar a nossa produtividade e nesse aspecto, existem formas bastante funcionais para o desenvolvimento pessoal.

Como livrar-se do tédio e aumentar a produtividade

Certas pessoas procuram fugir do tédio interessando-se por novas ocupações ou divertimentos, mas, passado o primeiro entusiasmo, logo voltam a achar tudo sem graça. Outras, tentam mascará-lo, preenchendo o dia com mil tarefas, de modo a não ficarem nem um minuto a sós consigo mesmas. Mais cedo ou mais tarde, porém, o tédio acaba por surgir sob a forma de um “vazio” angustiante, porque, como é natural, ocupações que despertam interesse meramente superficial não são suficientes para encobri-lo.

Às vezes, as formas que as pessoas encontram de fugir ao tédio são espetaculares ou dramáticas. É o caso de adolescentes, aos quais nunca faltou nada sob o ponto de vista material, e que reagem se atirando a aventuras perigosas, como roubo ou qualquer outro ato de delinquência. Em geral, esses jovens se entediam porque sempre obtêm tudo o que desejam, sem muito esforço: se têm uma decepção, a família os compensa com uma viagem; se querem trocar de carro, logo o fazem, sem maiores problemas. Assim, por conseguirem as coisas com facilidade, sua vida se torna monótona. Então, são atraídos pela violência ou pelo perigo, pois só nessas situações é que se sentem vivos e atuantes.

Em contraposição às pessoas que, de uma ou outra forma, lutam contra o tédio, há as que se entregam a ele vivendo numa profunda apatia, numa espécie de doença crônica que lhes tira todo o ânimo. Isso geralmente acontece com pessoas de idade, principalmente aposentados. Estes, quando chega a época tão desejada de descansar, de dedicar-se aos projetos que sempre adiaram por falta de tempo, acabam se entregando ao tédio por sentirem que as coisas planejadas já não fazem mais sentido. Então, sentem-se velhos, inúteis e, na falta do estímulo das obrigações diárias, entregam-se inteiramente ao desânimo.

O MECANISMO DO TÉDIO

Uma experiência realizada por psicólogos provou que o embotamento e o desinteresse, que se define como tédio, pode se originar de situações monótonas. Essa experiência foi feita com voluntários que permaneceram fechados num quarto pouco iluminado, por vários dias. No quarto, nada mais havia do que uma cama confortável. Privado de qualquer companhia (exceto a dos psicólogos, na hora das refeições), o indivíduo não tinha absolutamente nada a fazer, nem onde fixar a atenção. Depois de algum tempo, passou a apresentar uma série de perturbações, como baixa considerável da capacidade intelectual e de atenção. As ondas cerebrais também se modificaram, provando que, quando não ativado pelos sentidos, o cérebro funciona em ritmo lento, como durante o sono. Esses foram fatos observados em todos os voluntários.

Que uma ocupação monótona também pode levar à apatia tem sido constantemente demonstrado em estudos realizados com pessoas que trabalham em indústrias. Em geral, essas pessoas iniciam suas tarefas com o máximo de atenção, mas logo se tornam desatentas, com os sentidos e o cérebro como que adormecidos. É típico o caso de um operário de uma linha de montagem que repete inúmeras vezes o mesmo movimento. Contudo, o tédio pode surgir em qualquer lugar onde as coisas se tornem desinteressantes. Assim, a psicologia conclui que o remédio contra esse tipo de tédio é manter um trabalho ou ocupação estimulante que represente uma fonte de prazer, de gratificação.

NECESSIDADES E DESEJOS

A gratificação obedece a um critério puramente pessoal. Determinadas pessoas sentem-se gratificadas quando satisfazem seu gosto pelas novidades ou pela vontade de aprender. Outras, ao atingirem sucesso econômico ou ao se destacarem por qualquer razão. Portanto, são diversos os motivos que estimulam a mente e mantêm vivo o interesse. E variam de pessoa para pessoa. Mas, de modo geral, podem ser reunidos em dois grandes grupos. Ao primeiro, pertencem as necessidades de suprir falhas materiais, de afastar perigos, ameaças e angústias. Ao segundo, os desejos de descobrir alegrias e satisfações, de ampliar o conhecimento e a compreensão, de descobrir novas coisas.

Algumas pessoas sentem-se gratificadas sobretudo quando realizam suas necessidades, pois seus desejos são limitados. Para outras pessoas, no entanto, o importante é a realização dos desejos, uma vez que suas necessidades são facilmente satisfeitas. Dessa forma, duas pessoas dedicadas a um mesmo tipo de atividade podem ser motivadas por objetivos bem diferentes.
Em alguns casos, diversos motivos podem, simultaneamente, impulsionar um indivíduo a uma ação. Essas situações oferecem grandes possibilidades de conflito. Exemplo: para um comerciante, a necessidade de enriquecer pode se transformar num problema, se entrar em choque com seus princípios morais e sua vontade de agir honestamente.

Diante de frustrações e conflitos, há os que reagem e procuram superá-los. Mas, muitas vezes, por medo ou impossibilidade de romper com uma situação, certas pessoas ficam em estados conflitantes. Assim, mesmo sem amor, marido e mulher continuam juntos “por causa dos filhos” ou para “manter as aparências” e um funcionário segue trabalhando em algo de que não gosta “por não ter condições de estudar nem de mudar de emprego”. Na verdade, estas são apenas desculpas para não enfrentar seu medo, sua insatisfação, sua insegurança. E continuam vivendo o dia-a-dia, mas apaticamente: nada consegue despertar o interesse dessas pessoas e elas acabam se fechando para o mundo: já não conseguem manter um verdadeiro diálogo nem se sentem capazes de afeto. Em alguns casos, essa desistência chega a traduzir-se numa atitude cética a respeito de tudo e de todos. Para elas, a vida não faz sentido, a humanidade caminha sem rumo e, portanto, sentem que não vale a pena nenhum esforço para melhorar.

Como aumentar o foco para estudar e diminuir o desânimo

Quem se refugia no tédio, isola-se, protege-se, “anestesia-se” para não sentir, com medo de ser ferido. É como se as coisas boas da vida não compensassem os maus momentos que ela pode oferecer. Então, desiste-se de tudo de uma vez. Quase sempre, é algo desagradável ou incomodo que motiva essa atitude inconsciente.

Para sair do tédio, deve-se primeiro buscar suas causas psicológicas. As vezes, elas podem ser descobertas pelo próprio indivíduo; outras, apenas com a ajuda de um psicólogo. E, desde o momento em que se tornem conhecidos os motivos, necessidades ou desejos não satisfeitos, deve-se partir para as suas realizações.

Outro caminho para uma mudança de atitude é buscar ajuda em nootrópicos. Estudos comprovam a validade de usar medicação natural para aumentar o foco e sair desse estado de tédio que faz, por exemplo, com que estudantes não tenham o desempenho esperado nos exames que fazem. Testemunhos como neste site mostram que pode-se potencializar o uso da memória e do foco exponencialmente.

Uma mudança de atitude, a busca de novas atividades, a descoberta de novos companheiros, uma simples mudança de hábitos são coisas que podem modificar a visão que se tem da vida. O importante é que as pessoas enfrentem e assumam com coragem as suas verdades. Mesmo que isso pareça difícil, a recompensa valerá a pena, pois viver em tédio não é viver.

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