Como ensinar cachorro a fazer xixi no lugar certo

Adestramento

É bem verdade que quando decidimos ter um cachorro muitas dúvidas vêm à cabeça e isso é mais que normal. Por isso mesmo, neste artigo quero falar um pouco para você sobre o processo de escolher um cachorro pra chamar de seu e os possíveis problemas que você encontrará durante esse processo.

A verdade é que acolher um animal é um ato maravilhoso. É muito recompensador ter um companheiro que nos recebe com entusiasmo quando chegamos em casa, que está sempre disponível a interagir e receber afagos e que não perde uma chance para um passeio divertido em nossa companhia. E muito mais que isso, é um ato maravilhoso na medida em que faz aflorar em nós sentimentos de amor incondicional, paciência, responsabilidade, respeito pelo próximo e cidadania, entre muitos outros. Acolher um animal, portanto, tende a nos tornar seres humanos melhores.

Como escolher seu primeiro cachorro

Quase todos nós em algum momento de nossas vidas somos surpreendidos pelo encanto da possibilidade de ter um animal de estimação. Crianças que apelam insistentemente aos pais para terem seu cachorrinho, pessoas que moram sozinhas e buscam no cão um companheiro afetuoso para cuidar, idosos que buscam uma companhia agradável para compartilhar a melhor idade, e até aquele impulso de tirar um animal abandonado da rua são alguns dos motivos que levam as pessoas a acolher um cão.

Podemos falar também da sedução provocada pela publicidade, que para convencer que um determinado produto leva à satisfação plena, muitas vezes associa-o à imagem de uma família sorridente, composta por pais, filhos, avós e um cão alegre e simpático. Quem não se lembra de alguma propaganda com crianças alegres próximas a um cão golden retriever? Imagens com esse tema são constantemente veiculadas na mídia, e essa exposição frequente pode gerar uma fantasia em nossas mentes, que apresenta o cão como membro essencial de uma família completa e feliz.

Independentemente do que motiva o desejo de ter um animal, o fato é que o “status social” do cão vem crescendo e sua posição na família mudou muito. No passado, “meu cão” era geralmente “meu animal”, e a ele era reservada a periferia da casa, o quintal. De algumas décadas para cá, “meu cão” passou a compor o núcleo familiar e é mais do que um animal de estimação ou um amigo: é algo como “meu irmão”, e com frequência compartilha os mesmos espaços que a família.

Vantagens de ter um cachorro em casa

Há claras vantagens em conviver com o cão dentro de casa. Por exemplo, passamos a prestar mais atenção em sua saúde, a intensificar atos de higiene e a prevenir parasitas com maior frequência. Em cães que ficam afastados do dono existem mais chances de a manifestação de uma doença ou a presença de um parasita, por exemplo, passar despercebidas por mais tempo, o que pode representar riscos para a saúde da própria família. Além disso é bastante importante que o cachorro seja ensinado a fazer xixi e cocô no lugar certo para evitar que a higiene seja afetada. Portanto, trazer o cão para dentro de casa reflete diretamente na saúde do animal e das pessoas envolvidas.

Riscos de ter um cachorro em casa

Por outro lado, conviver de perto com o cão aumenta o risco da humanização exagerada. Humanizar significa olhar o cão a partir de nossa óptica, atribuir-lhe emoções humanas e ignorar seu ponto de vista canino e suas necessidades especiais. É natural a nossa tendência de humanizar, pois nós experimentamos as sensações e emoções a partir de nossa condição humana. Mas, quando excessiva, essa não é uma atitude saudável e pode causar sofrimento ao animal, por isso devemos evitá-la. A interpretação “humanizada” do comportamento dos cães causa deficiências na comunicação e prejudica o relacionamento com o dono a curto e a longo prazo.

Quando, ao contrário, deixamos algumas emoções humanas de lado e tentamos aprender um pouquinho mais sobre o universo do cão, nosso relacionamento com ele melhora significantemente. Uma grande qualidade que desenvolvemos quando convivemos com um animal é a capacidade de se colocar no lugar do outro, respeitando seus verdadeiros sentimentos. Pesquisas avançaram, e hoje em dia é possível encontrar muitas informações atualizadas, em livros, internet, televisão, que explicam e desvendam o ponto de vista do cão. Assim é possível descobrir como não humanizar. E com a ajuda de especialistas em comportamento canino pode-se aprender a se comunicar mais efetivamente com eles e assim melhorar o relacionamento.

É importante apenas ressaltar que existe uma grande diferença entre o que é ser responsável e o que é humanizar. Escovar os dentes do cão, contratar um educador para ele, levá-lo para sociabilizar em uma creche parecem atos de humanização, mas na verdade podem ser ações fundamentais para a saúde e o bem-estar do animal que demonstram comprometimento dos donos. Quem assume o compromisso de incluir um bicho de estimação em sua família e se esforça para preservar sua saúde ou atender suas necessidades está demonstrando responsabilidade.

Por este motivo abrimos essa seção aqui no site. Vamos deixar aqui algumas dicas de adestramento que podem ajudar os novos donos de cachorros a ter uma vida mais tranquila com seus pets em casa.

Doenças silenciosas e seu tratamento

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A doença de Chagas pode manifestar-se até dez ou vinte anos depois de contraída e a única forma de evitá-la é eliminar o inseto causador — o barbeiro — através de medidas sanitárias.

Ao contrário do que o nome parece indicar, o mal de Chagas não se manifesta através de feridas ou chagas. O nome do micróbio causador — Trypanosoma cruzi — foi dado em homenagem a Osvaldo Cruz, que era diretor do Instituto Manguinhos do Rio de Janeiro (que recebeu o nome de Instituto Osvaldo Cruz), ao qual pertencia seu discípulo Carlos Chagas quando pesquisou a doença. Chagas — que deu seu nome à doença — foi o descobridor do micróbio que a provoca.

Transmissão e contágio da Doença de Chagas

O inseto causador da doença tem o nome científico de Triatoma, mas é vulgarmente conhecido por muitos nomes: barbeiro, chupança, bicho-de-parede, bicho-de-frade, porocotó. Ele mede uns 2 cm de comprimento, tem asas achatadas, largas e listradas na borda e parece uma barata comum, exceto por um ferrão comprido que possui na frente. Outra característica importante é que ele é hematófago, isto é, alimenta-se de sangue, não só animal como também humano.

Durante o dia, o barbeiro fica escondido em meio à madeira e nas frestas das paredes e telhados de barro dos casebres de pau-a-pique. Só à noite sai do esconderijo para ferrar as pessoas enquanto dormem. No momento em que chupa o sangue, deposita suas fezes que, repletas de parasitos microscópicos, transmitem a doença.

Ao coçar-se, ou ao tocar no lugar da picada, a pessoa ajuda os parasitos a penetrarem no corpo através de qualquer ferimento ou pela conjuntiva do olho, se a mão infectada tocar nessa região.

O nome científico da doença de Chagas é tripanossomíase brasileira ou americana já que ela não se manifesta somente no Brasil, mas também causa milhares de vítimas em outros países da América Central e do Sul.

O micróbio causador (Trypanosoma cruzi) vive normalmente no sangue de alguns animais (principalmente o cachorro, o gato, o rato e outros roedores), mas que não o transmitem diretamente, precisando do barbeiro como transmissor. Ao sugar o sangue de um animal hospedeiro, o barbeiro contamina-se com o micróbio e o aloja em seu intestino. Quando pica uma pessoa e defeca, transmite o micróbio à pessoa.

O micróbio é capaz de mudar de forma de acordo com o ambiente em que se encontra. No sangue, o Trypanosoma se apresenta como um microrganismo unicelular de forma curva e alongada. Quando passa do sangue para os tecidos, adota a forma ovóide, que se reproduz rapidamente. Dezenas, centenas de parasitos destroem células e fibras, danificando o sistema sanguíneo, o sistema nervoso, o coração e os músculos. Uma vez destruídas as células atacadas, os parasitos deslocam-se à procura de outras, reiniciando o ciclo de reprodução e destruição.

Espalhando-se por todo o corpo, o Trypanosoma ataca todas as células, principalmente as fibras musculares cardíacas.

Ao atingirem neurônios (células nervosas de diversos órgãos), os parasitos provocam perturbações no funcionamento do órgão afetado: o esôfago e o intestino, por exemplo, deixam de contrair-se regularmente para fazer avançar o alimento e se dilatam. O mesmo acontece com o
coração, que aumenta de volume. Multiplicando-se no coração, os parasitos ocupam o maior eixo do músculo, formando grandes aglomerados, verdadeiros ninhos, e destroem as fibras musculares.

O organismo reage contra os parasitos produzindo anticorpos, que eliminam muitos micróbios, mas não todos. A destruição dos parasitos provoca inflamações, principalmente nas pequenas artérias, o que perturba a circulação local e agrava as lesões causadas pelos parasitos.

Primeiro sintomas da Doença de Chagas

Dias após a picada do inseto, os olhos ficam inchados, ardendo e lacrimejando, e as pálpebras incham a ponto de ser difícil abri-las. Uma pequena íngua surge perto do lóbulo da orelha, ao lado do olho inchado. É possível que brotem erupções da pele em diferentes regiões do corpo e, no local da picada, surge uma inflamação indolor, dura e avermelhada. Furúnculos às vezes aparecem, mesmo longe da picada.

Poucas semanas depois surge a febre, mais comum em crianças, durando de duas a oito semanas. Além desse sintoma, há mal-estar, fraqueza, palpitações (“batedeiras de peito”) e cansaço ao menor esforço. Outras manifestações possíveis são problemas cerebrais – como encefalite ou meningite -, que nas crianças pequenas podem ser fatais.

O doente também pode morrer nessa época, em consequência de uma inflamação no coração chamada miocardite. Mas também pode ocorrer que os sintomas regridam durante semanas, meses e até anos – sem qualquer outra manifestação.  É  essa  a forma  crônica da doença.

Depois de um período de cura aparente, surgem as manifestações da cardiopatia chagásica, quando o coração tem suas funções alteradas pela presença do micróbio. Nessa fase, não há possibilidade de a doença regredir.

Os sintomas da insuficiência cardíaca causada pela doença de Chagas são iguais aos das moléstias cardíaca comuns: taquicardia (batimentos do coração mais rápidas ou em maior número que o normal); bradicardia (batimentos mais lentos); arritmia (irregularidade no ritmo), tontura e falta de ar.

Uma outra característica da insuficiência cardíaca chagásica é que ela incide em indivíduos jovens, geralmente entre os 20 e 40 anos, enquanto a maior parte das doenças cardíacas por outras causas costumam surgir depois dos 40 anos.

Com a progressão da doença, o cansaço aumenta e aparecem outros sintomas de deficiência circulatória – congestão do fígado e outros órgãos, inchaço dos pés e pernas, falta de ar, mesmo quando a pessoa está em repouso.

Diagnóstico e tratamento da Doença de Chagas

Na fase aguda, a doença de Chagas é diagnosticada examinando-se ao microscópio uma gota de sangue da pessoa doente, onde se identifica o micróbio. Na fase crónica, entretanto, há poucos micróbios na corrente sanguínea. Por isso, o diagnóstico é feito de uma forma indireta, através de um teste chamado reação de Machado e Guerreiro. Nessa prova, verifica-se se o corpo está produzindo anticorpos para o micróbio. O tratamento da doença é preventivo apenas: nas regiões rurais, as casas de barro e pau-a-pique devem receber periodicamente doses maciças de inseticidas. Quando se conseguir substituir todas as casas de barro, a incidência da doença se tornará menor, diminuindo o número de barbeiros, já que o inseto dificilmente sobrevive em habitações de tijolos. Por isso, o perigo para quem vive na cidade é praticamente nulo.

Como aumentar o ânimo e ser produtivo

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O tédio acontece, vez ou outra, na vida de todo mundo. É uma leve sensação de insatisfação que pode surgir a qualquer momento, conforme o estado de espírito em que a pessoa se encontra. Mas pode se manifestar como um desinteresse total e constante, como o traço mais marcante da personalidade de um indivíduo, chegando a dificultar o seu relacionamento com o mundo que o cerca. Nestes casos, significa que há algum problema emocional de certa gravidade. Considerando isso, é cada vez mais importante encontrarmos formas de aumentar a nossa produtividade e nesse aspecto, existem formas bastante funcionais para o desenvolvimento pessoal.

Como livrar-se do tédio e aumentar a produtividade

Certas pessoas procuram fugir do tédio interessando-se por novas ocupações ou divertimentos, mas, passado o primeiro entusiasmo, logo voltam a achar tudo sem graça. Outras, tentam mascará-lo, preenchendo o dia com mil tarefas, de modo a não ficarem nem um minuto a sós consigo mesmas. Mais cedo ou mais tarde, porém, o tédio acaba por surgir sob a forma de um “vazio” angustiante, porque, como é natural, ocupações que despertam interesse meramente superficial não são suficientes para encobri-lo.

Às vezes, as formas que as pessoas encontram de fugir ao tédio são espetaculares ou dramáticas. É o caso de adolescentes, aos quais nunca faltou nada sob o ponto de vista material, e que reagem se atirando a aventuras perigosas, como roubo ou qualquer outro ato de delinquência. Em geral, esses jovens se entediam porque sempre obtêm tudo o que desejam, sem muito esforço: se têm uma decepção, a família os compensa com uma viagem; se querem trocar de carro, logo o fazem, sem maiores problemas. Assim, por conseguirem as coisas com facilidade, sua vida se torna monótona. Então, são atraídos pela violência ou pelo perigo, pois só nessas situações é que se sentem vivos e atuantes.

Em contraposição às pessoas que, de uma ou outra forma, lutam contra o tédio, há as que se entregam a ele vivendo numa profunda apatia, numa espécie de doença crônica que lhes tira todo o ânimo. Isso geralmente acontece com pessoas de idade, principalmente aposentados. Estes, quando chega a época tão desejada de descansar, de dedicar-se aos projetos que sempre adiaram por falta de tempo, acabam se entregando ao tédio por sentirem que as coisas planejadas já não fazem mais sentido. Então, sentem-se velhos, inúteis e, na falta do estímulo das obrigações diárias, entregam-se inteiramente ao desânimo.

O MECANISMO DO TÉDIO

Uma experiência realizada por psicólogos provou que o embotamento e o desinteresse, que se define como tédio, pode se originar de situações monótonas. Essa experiência foi feita com voluntários que permaneceram fechados num quarto pouco iluminado, por vários dias. No quarto, nada mais havia do que uma cama confortável. Privado de qualquer companhia (exceto a dos psicólogos, na hora das refeições), o indivíduo não tinha absolutamente nada a fazer, nem onde fixar a atenção. Depois de algum tempo, passou a apresentar uma série de perturbações, como baixa considerável da capacidade intelectual e de atenção. As ondas cerebrais também se modificaram, provando que, quando não ativado pelos sentidos, o cérebro funciona em ritmo lento, como durante o sono. Esses foram fatos observados em todos os voluntários.

Que uma ocupação monótona também pode levar à apatia tem sido constantemente demonstrado em estudos realizados com pessoas que trabalham em indústrias. Em geral, essas pessoas iniciam suas tarefas com o máximo de atenção, mas logo se tornam desatentas, com os sentidos e o cérebro como que adormecidos. É típico o caso de um operário de uma linha de montagem que repete inúmeras vezes o mesmo movimento. Contudo, o tédio pode surgir em qualquer lugar onde as coisas se tornem desinteressantes. Assim, a psicologia conclui que o remédio contra esse tipo de tédio é manter um trabalho ou ocupação estimulante que represente uma fonte de prazer, de gratificação.

NECESSIDADES E DESEJOS

A gratificação obedece a um critério puramente pessoal. Determinadas pessoas sentem-se gratificadas quando satisfazem seu gosto pelas novidades ou pela vontade de aprender. Outras, ao atingirem sucesso econômico ou ao se destacarem por qualquer razão. Portanto, são diversos os motivos que estimulam a mente e mantêm vivo o interesse. E variam de pessoa para pessoa. Mas, de modo geral, podem ser reunidos em dois grandes grupos. Ao primeiro, pertencem as necessidades de suprir falhas materiais, de afastar perigos, ameaças e angústias. Ao segundo, os desejos de descobrir alegrias e satisfações, de ampliar o conhecimento e a compreensão, de descobrir novas coisas.

Algumas pessoas sentem-se gratificadas sobretudo quando realizam suas necessidades, pois seus desejos são limitados. Para outras pessoas, no entanto, o importante é a realização dos desejos, uma vez que suas necessidades são facilmente satisfeitas. Dessa forma, duas pessoas dedicadas a um mesmo tipo de atividade podem ser motivadas por objetivos bem diferentes.
Em alguns casos, diversos motivos podem, simultaneamente, impulsionar um indivíduo a uma ação. Essas situações oferecem grandes possibilidades de conflito. Exemplo: para um comerciante, a necessidade de enriquecer pode se transformar num problema, se entrar em choque com seus princípios morais e sua vontade de agir honestamente.

Diante de frustrações e conflitos, há os que reagem e procuram superá-los. Mas, muitas vezes, por medo ou impossibilidade de romper com uma situação, certas pessoas ficam em estados conflitantes. Assim, mesmo sem amor, marido e mulher continuam juntos “por causa dos filhos” ou para “manter as aparências” e um funcionário segue trabalhando em algo de que não gosta “por não ter condições de estudar nem de mudar de emprego”. Na verdade, estas são apenas desculpas para não enfrentar seu medo, sua insatisfação, sua insegurança. E continuam vivendo o dia-a-dia, mas apaticamente: nada consegue despertar o interesse dessas pessoas e elas acabam se fechando para o mundo: já não conseguem manter um verdadeiro diálogo nem se sentem capazes de afeto. Em alguns casos, essa desistência chega a traduzir-se numa atitude cética a respeito de tudo e de todos. Para elas, a vida não faz sentido, a humanidade caminha sem rumo e, portanto, sentem que não vale a pena nenhum esforço para melhorar.

Como aumentar o foco para estudar e diminuir o desânimo

Quem se refugia no tédio, isola-se, protege-se, “anestesia-se” para não sentir, com medo de ser ferido. É como se as coisas boas da vida não compensassem os maus momentos que ela pode oferecer. Então, desiste-se de tudo de uma vez. Quase sempre, é algo desagradável ou incomodo que motiva essa atitude inconsciente.

Para sair do tédio, deve-se primeiro buscar suas causas psicológicas. As vezes, elas podem ser descobertas pelo próprio indivíduo; outras, apenas com a ajuda de um psicólogo. E, desde o momento em que se tornem conhecidos os motivos, necessidades ou desejos não satisfeitos, deve-se partir para as suas realizações.

Outro caminho para uma mudança de atitude é buscar ajuda em nootrópicos. Estudos comprovam a validade de usar medicação natural para aumentar o foco e sair desse estado de tédio que faz, por exemplo, com que estudantes não tenham o desempenho esperado nos exames que fazem. Testemunhos como neste site mostram que pode-se potencializar o uso da memória e do foco exponencialmente.

Uma mudança de atitude, a busca de novas atividades, a descoberta de novos companheiros, uma simples mudança de hábitos são coisas que podem modificar a visão que se tem da vida. O importante é que as pessoas enfrentem e assumam com coragem as suas verdades. Mesmo que isso pareça difícil, a recompensa valerá a pena, pois viver em tédio não é viver.